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Criança de 3 anos morre após tomar vacina contra febre amarela em Osasco

Uma criança de 3 anos morreu em Osasco cinco dias após tomar a vacina contra a febre amarela. O caso ocorreu no último dia 19 de janeiro. As informações são do site G1.

De acordo com a Prefeitura, o menino morava na vizinha Carapicuíba e foi atendido em um hospital particular de Osasco com quadro de encefalite (inflamação no cérebro). Em nota, o Hospital Renascença, declarou que o garoto deu entrada no centro médico com febre e aumento dos gânglios linfáticos. Após passar por uma bateria de exames, foi liberado com diagnóstico de “nasofaringite aguda” (resfriado).

No dia 18, retornou ao hospital com queixa de vômito. Por meio de uma nova consulta, ainda segundo o hospital, os médicos foram informados que a criança tinha sido vacinada contra a febre amarela cinco dias antes.

Durante novo exame médico em consultório, o menino teria apresentado contrações musculares da face e, antes do término da avaliação, sofreu uma crise convulsiva generalizada. Já na sala de emergência, ele acabou sofrendo uma parada cardiorrespiratória, morrendo 40 minutos depois.

Também por meio de nota, a Prefeitura de Osasco considerou “prematuro” afirmar que a morte foi provocada pela vacina. “É preciso investigar a causa, o que será feito pelo Instituto Adolfo Lutz.”, diz o texto da administração municipal.

Vacina é considerada segura
A vacina contra febre amarela, segundo especialistas, é considerada altamente segura. A mesma é indicada para crianças a partir dos nove meses (ou seis meses, se o bebê vive em uma área de risco).

Idosos a partir dos 60 anos, gestantes, pessoas que terminaram o tratamento com quimioterapia ou radioterapia, portadores de doença renal, hepática ou no sangue e pessoas que fazem uso de corticoide devem passar por consulta médica antes de se vacinarem.

Segundo o Ministério da Saúde, a imunização é contraindicada para crianças menores de nove meses, mulheres amamentando menores de seis meses, àqueles que têm alergia grave a ovo, quem vive com HIV e tem contagem de células CD4 menor que 350, quem está em tratamento com quimioterapia/radioterapia, a portadores de doença autoimune, e àqueles que estão em tratamento com imunossupressores.

Com informações do UOL